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Festival Movimenta agita a cena autoral de São João del-Rei

Texto por Juliana Trevisan


No último sábado, dia 10 de junho, rolou o Festival Movimenta, com 2 bandas do cast da Rapadura, Captain Lopes and the Crazy Toads e Remédio Sem Causa, e o querido Renan Brodinho. Foram convidados também artistas locais com trabalhos visuais e manuais para expor na primeira feira de artes feita nesse formato noturno em um bar da cidade. O Festival foi patrocinado pelo Estúdio SG e Bar de Castro e contou com apoio da Era Agência e Rapadura Records.


A ideia do Festival surgiu a partir da criação do Coletivo Movimenta, para valorizar e agitar a cena autoral da cidade, agregando também outras artes, como manualidades, artes visuais, plásticas, corporais, enfim, o Coletivo é um espaço para organizar artistas da cidade.


Na feira desta edição tivemos a participação de Bárbara Maia (@suculentando.o) e Vera Lucia Alfredo expondo suculentas que cultivam desde o início, fazendo as mudas a partir da folhinha, sem comprar para revender. Rafael Toledo (omeninocrustaceo) com seus trabalhos que abrangem do desenho à técnicas de gravura e impressão em diversos suportes, como xilogravura, linóleo, estêncil e serigrafia.




Frésia (@konspira.z) trouxe seu trabalho artesanal político com ecobags, cadernos, flâmulas, patches, cadernos, prints, telas, adesivos, tudo produzido com materiais reciclados, sempre com mensagens importantes de lutas sociais, além de expor seu projeto de comunicação independente através de fanzines. Wellington Silva (@dobuero) expos seu trabalho autoral e independente, focado em artes visuais de estética da rua, como pixo, grafite, colagens e lettering, trazendo também seu trabalho de tatuador. Eu, Juliana (@trevisarte), também expus meu trabalho de fanzines relacionadas à mulheres na música e crochês.





A primeira banda a tocar foi Captain Lopes and the Crazy Toads, apresentando uma música inédita e as queridas do disco I Hope You Get It. Com formação que conta agora com Paulo Felipe na bateria, multi instrumentista da November Panic, a banda levou toda sua irreverência e carisma pra abertura do Festival.



Em seguida, Renan Brodinho contou com músicos de apoio para seu show como Mike, guitarrista da banda Devise, e Felipe Gnomo, baixista de várias bandas sanjoanenses, além de várias participações de sua companheira Fernanda Bessa. Apresentando o álbum Errante pela segunda vez ao vivo, Brodinho nos contagiou com uma vibe indescritível e confortável.



A Remédio Sem Causa fez o show de encerramento acompanhada por Luiz Ramos (ou Z), baterista e produtor cultural de Belo Horizonte, e B Berg (Whale B Studio) no baixo. Enérgico e explosivo, o show da RSC só reforça a potência das músicas autorais no cenário sanjoanense, cativando o público como sempre.



O Festival foi um marco para a música autoral da cidade e teve um dos públicos recordes da casa. Agora estamos nos organizando para a próxima edição, em agosto.



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